Resolvi voltar a
escrever por ser uma data deveras especial. Hoje completa a conta de dois anos
que fui realmente recompensado por minha escrita. Nunca o fiz por nenhuma
possibilidade de premiação, mas, por desabafo. No desabafo somos sinceros. E,
sendo assim, despido de qualquer máscara antes usada, eu fui encontrado e
compreendido. Devo muito, em relação à maior riqueza que tenho hoje na vida, às
palavras escritas.
Nos conhecemos
lendo e escrevendo: redes sociais. Nesta era virtual temos chance de ser mais,
ou menos, sinceros. A opção de usar, ou não, máscaras e disfarces. Mas, no
nosso caso, optamos pela transparência; o que fez com que descobríssemos um no
outro, um alto grau de compatibilidade. Então, firmou-se um elo de cumplicidade,
gerando um magnetismo que nos aproximou mentalmente, virtualmente, e, por fim,
fisicamente.
Portanto, há
exatos dois anos assumimos o namoro físico, mental e espiritual. Os beijos
foram como a lua após seu quarto crescente, complementando o bordado das
estrelas no vasto veludo do céu de nossa história. O encontro entre as peles
foi numinoso; me fascina ainda a lembrança como se para orar eu precisasse
lembrar daquele momento.
Logo, o
magnetismo, antes citado, tornou-se inevitável. Ficou cirurgicamente impossível
a nossa separação. Literalmente, não existe mais eu sem nós, ou vida fora de
sua companhia. Somos e geramos vida a cada beijo novo.
Obrigado. Pelas
palavras. Pelos sonhos. Por todos os aniversários que ainda estão por vir.
Te adoro!